terça-feira, 12 de junho de 2012
Sobre homens e lobos.
domingo, 4 de julho de 2010
Pra se Iluminar hoje em dia...
.Somos magoados por 1 sociedade que pouco se importa com nossas necessidades individuais?
Com nossas capacidades de gerenciar nossas próprias vidas sem a tutela política do Estado?
E destrói nossa individualidade? Mas sem individualidade fica impossivel se iluminar....
Imagine Sidartha nos nossos dias...
Você não pode sair do palácio, não aceitamos o divórcio.
E Yoshadara levará 50% das riquezas....
E pra ir viver com os Sadhus, tem que pedir autorização, tem que levar carteira de identidade, CIC... e tem que ver, pois há cotas de afro-descendentes, talvez vc não entre esse ano...
Você será preso por não pagar pensão alimentícia...
Psicólogos dizem que seus filhos podem se tornar Gays sem a presença do pai... mas é melhor ignorar pra num ser tachado como homofóbico.
Tem que ter passaporte se desejar passar a fronteira pra viver com os Sadhus... Budha? Num pode usar esse nome, já está patenteado por outra religião.... tem Royaltes, sabe?
E já que está de jejum e deixará o cabelo crescer, tem 2 companhias, 1 de Shampoo e 1 SPA que desejam ser seus patrocinadores...
Ah... e não coma das frutas da floresta, dizem que são trangenicas... a agua dos rios está poluida e as frutas tem muito agro-tóxico...
E as sementes de Canabis Sattiva comida pelos Sadhus... a polícia de Narcóticos anda atrás de pés de maconha... esqueça de Shiva!
Nudez está proibida pela Liga das Senhoras de Santana, então cuidado...
E use roupas de tecidos naturais, tanga de Nylon pode dar pruridos...
E teremos que criar 1 Fundação pra vender os livros de suas palavras após se iluminar... Criando 1 Religião estaremos livres dos impostos federais... IPTU, IPVA....
Uma ONG? Pode ser boa idéia...
Melhor contratar advogados, um coach, SENAI, SEBRAE... ver impostos, guias, taxas, alvarás...
Num pode ser confundido com um membro do MST senão leva chumbo.
Iluminar-se? Cuidado pra não ser processado pela Light ou descendentes do Thomas Edison... ou ser cobrado pela conta de luz...
E esqueça a cruz Swastica no peito... será procurado pelos caçadores de Nazistas!
E preeencha os formulários em 5 guias...
E nunca, nunca esqueça as senhas...
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sexta-feira, 25 de junho de 2010
E o Karma vem à cavalo...
Pescador queria ver o cachorro molhado..
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.http://yfrog.com/3zfishermanpushesdoglakeg
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sábado, 12 de junho de 2010
Budismo e Fé???
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Os Samurais e o Zen...
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Três Faces de Buddha


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Na minha visão, basicamente são estes os tres Budismos.
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sábado, 12 de setembro de 2009
A mulher no Budismo Tântrico

Sahara foi o fundador do Tantra Budista.
Ele nasceu em Vidarbha, em Maharashtra, perto de Puna.
Era um bramane muito instruido, nascido como seu pai, na corte do Rei.
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Ele era considerado por todos como o mais instruido dos quatro irmãos e que iria substituir o pai como conselheiro do Rei, mas em seu intimo queria abandonar tudo e se tornar um Sanniasyn, um buscador espiritual.
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Ele desistiu de casar com a princesa e se tornou dicipulo de Sri Kirti da linhagem de Buda Gautama.
Gautama > o filho Rahul > Sri Kirti.
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O Rei ficou chocado, pois ele não se tornou um buscador Bramanê, mas um Budista!
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As primeiras palavras de Sri Kirti a ele foram:
- Esqueça os textos sagrados, os suttas, os Vedas e toda essa tolice!
Pra Sahara foi extremamente dificil!
Foi a segunda grande renúncia: as palavras sagradas!
É facil renunciar ao sexo, à riquezas, à posição... mas ao conhecimento?
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Anos se passaram e Sahara abandonou tudo, ficando apenas um grande meditador.
Pessoas vinham de longe apenas para sentir essa energia silenciosa que emanava.
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Sri Kirti o colocou no Caminho, mas o mestre seria uma mulher.
Sahara em profunda meditação teve a visão de que uma mulher no mercado seria sua grande mestre!
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Profundo, pois é uma mulher e no mercado, em plena vida acontecendo.
Tântrico, não?
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Sahara levantou-se, agradeceu Sri Kirti por ter lhe aberto o caminho e limpado sua mente, mas que agora tinha que continuar com outro mestre. Sri sorriu e despediu-se.
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No mercado Sahara encontrou a mulher de sua visão, ela agachada, fazia uma flecha, e era da casta dos intocáveis... Bela e selvagem.

Uma linda mulher absorta em fazer uma flecha absolutamente reta.
Ela com um dos olhos fechado mirava um alvo invisível...
Sahara estremeceu e sentiu algo oculto ali, mas nada entendeu.

Perguntou a ela se trabalhava com arcos e flechas.
Ela deu uma grande risada selvagem e o chamou de estúpido... um tolo bramane que desfilava como budista, mas que nada tinha mudado....
Ele ficou transtornado.
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E ela continuou:
- Buda só se atinge por ação, não por palavras, livros ou meditação.
... Venha, me siga.
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E ele foi atrás dela.

Pela primeira vez, ao andar atrás da fazedora de flechas, vendo a determinação dela, entendeu O Caminho do Meio: não era mover-se como pendulo, mas ser focado como a flecha.
. A beleza dessa mulher não era só deste mundo, mas vinha de sua absorção na ação, da atenção plena, de estar no meio, equilibrada.
Eles mudaram para um terreno de cremação e passaram a viver juntos.Vida no meio dos mortos.
. Eles tinham um amor de corpo e um de alma, de mestre dicípulo.
E ela lhe ensinou o Tantra.
E ele também se iluminou.
E através do êxtase, da iluminação e da transformação,Sahara ("aquele que lançou a flecha")
escreveu suas três canções:
A Canção do Povo
A Canção da Rainha
A Canção Régia....
by Betto Enso ... Setembro 09 .
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Amazake

– Nossa como é gostosa! Preciso experimentar mais.

sexta-feira, 10 de julho de 2009
Haiku, Hai Kai...

II - O kigô é a palavra que representa uma das quatro estações, primavera, verão, outono e inverno; p. ex., IPÊ (flor de primavera), CALOR (fenômeno ambiental de verão), LIBÉLULA (inseto de outono) e FESTA JUNINA (evento de inverno).
III - Cada estação do ano tem o próprio caráter, do ponto de vista da sensibilidade do poeta; p. ex., Primavera (alegria), Verão (vivacidade), Outono (melancolia) e inverno (tranqüilidade). IV - O Haikai é poema que expressa fielmente a sensibilidade do autor. Por isso,respeitar a simplicidade; evitar o "enfeite" de "termos poéticos";captar um instante em seu núcleo de eternidade, ou melhor, um momento de transitoriedade;evitar o raciocínio.
VII - O dono do Haikai é o próprio autor; por isso, deve-se evitar imitação de qualquer forma, procurando sempre a verdade do espírito haicaísta, que exige consciência e realidade.
VIII - O haicaísta atento capta a instantaneidade, qual apertar o botão da câmera.
IX - O Haikai é considerado como uma espécie de diálogo entre autor e apreciador; por isso, não se deve explicar tudo por tudo. A emoção ou a sensação sentida pelo autor deve apenas sugerida, a fim de permitir ao leitor o re-acontecer dessa emoção, para que ele possa concluir, à sua maneira, o poema assim apresentado. Em outras palavras, o Haikai não deve ser um poema discursivo e acabado.
X - O Haikai é um produto de imaginação emanada da sensibilidade do haicaísta; por isso, deve-se evitar expressões de causalidade, sentimentalismo vazio ou pieguice.
.http://www.kakinet.com/
terça-feira, 2 de junho de 2009
Sobre a Língua Japonesa

É curioso como existem fatores interessantes em estudar outras línguas.
Fazem mais de 2 anos que ando me aventurando no estudo de Japonês: o Nihongo.
Indiretamente já estou estudando a leitura de Chinês, que é a base Kanji, da escrita japonesa.
O ideograma (kanji) tem uma particularidade que me agrada: duas pessoas podem falar idiomas diferentes, mas podem escrever e ler um mesmo texto, sem necessitar conhecer a língua do outro. Algo como a música.
Uma frase em Japonês segue uma mistura curiosa, na qual vários “alfabetos”se organizam pra passar a idéia: sílabas em hiragana, outras em katakana, ideogramas kanjis (mais de 5.000!) que podem ter a leitura Kun ou On (japonesa ou chinesa), com hiragana por cima, por vezes numerais decimais e palavras ocidentais ou o romanji....é complicado.
Tabela de hiraganas e katakanas.
O fator que me chama a atenção na língua nipônica é a ordem gramatical.
Estamos acostumados a ter: Sujeito + Verbo + Predicado.
Em Nihongo isso sempre obedece uma ordem:Predicado >>> Sujeito >>> Verbo.
Isso obriga que, num diálogo, você respeite a frase do outro.
Você necessitaque ele termine para que possa continuar o diálogo, pois sem o verbo (afirmativo, negativo, interrogativo...) não se sabe qual a argumentação do interlocutor.
Isso evita um comportamento irritante do ocidental: precipitar-se em julgar,interpretar, cortando o raciocínio alheio.
Nihongo: uma língua civilizada.
Outra questão, muito examinada pelos Filósofos da Escola de Kyoto, é o fato da frase japonesa prescindir de sujeito e não possuir desinência verbal para cada pronome pessoal (eu, tu, ele...), fato obrigatório na língua inglesa, por exemplo.
Nishida, Nishitami e Heidegger concluem que com isso o japonês está muito mais perto do Zen, do Nirvana, por não utilizar na sua construção mental e verbal o Ego.
O vazio essencial está à mão.
O peso emocional do Ego:
Eu escrevo o texto.
O Wei Wu Wei, o agir sem ação Zen:
Texto escrever.
O ego dilui-se com facilidade, percebe?
Algo que deixa um ocidental completamente perdido no idioma é o numeral.
Há uma forma numérica para cada coisa ou tipo de coisa... Para horas, pra pessoas, pra coisas compridas, pra coisas redondas... "Um" pode ser: Ichi, Itsu, Itotsu, hitotsu, hito, hi, i…
É um idioma curioso que me instiga a aprendê-lo.

Domo arigatou gozaimasu...
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sábado, 23 de maio de 2009
Tao, em pintura Sho-DoBun Bu Ryo Do
“a pena e a espada”
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http://www.youtube.com/watch?v=Y6UlSPT9dxw&eurl=http%3A%2F%2Fcaligrafiajaponesa%2Ewordpress%2Ecom%2F&feature=player_embedded
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